Western Blot

Conheça algumas soluções da Pensabio que potencializam a Técnica de Western Blot.

Manual

  • Membranas de transferência – GVS

    Manual
    A membrana de transferência em nitrocelulose pura da GVS é a membrana ideal para …
  • Reagentes

  • Trans-Blot Turbo Transfer Packs

    Proteômica Espacial
    Os Trans-Blot Turbo Transfer Packs são consumíveis pré-montados para transferência rápida e eficiente de …
  • Clarity Max Western ECL Substrate

    Proteômica Espacial
    O Clarity Max Western ECL Substrate é indicado para detecção de proteínas de baixa …
  • Clarity Western ECL Substrate

    Proteômica Espacial
    O Clarity Western ECL Substrate fornece detecção quimioluminescente sensível e confiável para Western blot.
  • Substrato Lightwave – GVS

    Reagentes
    Os reagentes de detecção LightWave constituem um substrato ECL para Western Blot de quimioluminescência …
  • Equipamentos

  • Criterion Blotter

    Western Blot
    O Criterion Blotter é um sistema tradicional de transferência (wet/tank) para proteínas, indicado para …
  • Trans-Blot Turbo Transfer System

    Western Blot
    O Trans-Blot Turbo Transfer System foi projetado para transferências rápidas e reprodutíveis em Western …
  • FAQ - perguntas frequentes sobre a Técnica Western Blot

    A Técnica Western Blot é uma das ferramentas mais poderosas e tradicionais nos laboratórios de biologia molecular e imunologia. Por funcionar como um “rastreador de alta precisão”, ele desempenha um papel fundamental na descoberta de novos medicamentos e na confirmação de diagnósticos médicos complexos. Abaixo, respondemos às 5 dúvidas mais comuns sobre o seu funcionamento.

    O Western Blot, também conhecido como imunoblot, é uma técnica analítica clássica usada para identificar, detectar e quantificar uma proteína específica no meio de uma mistura complexa de milhares de outras proteínas de uma amostra biológica (como tecidos ou sangue).

    O gel de poliacrilamida, onde ocorre a primeira etapa (separação das proteínas por tamanho através da eletroforese), é extremamente mole, gelatinoso e frágil. Seria praticamente impossível manuseá-lo para aplicar os anticorpos sem que ele quebrasse ou as proteínas saíssem do lugar. 

    A transferência para uma membrana resistente (de nitrocelulose ou PVDF) fixa as proteínas no lugar exato onde terminaram a corrida, criando uma cópia fiel e sólida do gel.

    A precisão se baseia na alta especificidade imunológica. O cientista ou médico introduz na membrana um anticorpo produzido em laboratório para se ligar perfeitamente a apenas uma proteína-alvo (como se fosse uma chave específica para uma fechadura). 

    Se a proteína que está sendo buscada estiver na amostra, o anticorpo se prenderá fortemente a ela; se não estiver, o anticorpo é lavado e eliminado, garantindo que o teste não dê um falso positivo.

    Como as proteínas e os anticorpos são invisíveis a olho nu na membrana, utiliza-se um segundo anticorpo acoplado a um marcador químico ou enzima. Ao adicionar um reagente na etapa final, ocorre uma reação química que emite luz ou cor no ponto exato onde a proteína alvo está localizada. 

    Essa luz gera uma “banda” escura que pode ser registrada em um filme radiográfico ou por um leitor digital moderno. A espessura dessa banda indica a quantidade aproximada da proteína na amostra.

    Embora seja amplamente associado à pesquisa científica para entender o funcionamento celular e a expressão genética, o Western Blot possui grande relevância médica como teste confirmatório

    Por ser extremamente preciso, ele é muito utilizado na medicina diagnóstica para confirmar resultados de testes rápidos ou exames iniciais (como o ELISA), servindo como padrão para selar o diagnóstico definitivo de infecções como o HIV e a doença de Lyme.